Febre: pontos de vista na Medicina Antroposófica e a sua validade científica

Recentemente foi publicado esse artigo de Revisão do médico alemão David D. Martin, no idioma inglês, que investiga as perspectivas da Medicina Antroposófica relacionadas à febre e sua correlação com a literatura.

Título original – Fever: Views in Anthroposophic Medicine and their scientific validity

David D. Martin

Hindawi Publishing Corporation

Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine

Volume 2016, Article ID 3642659, 13 pages

http://dx.doi.org/10.1155/2016/3642659

Em seu editorial de 2016 “Febre fobia 35 anos depois: Nós falhamos? “[1], Bertille et al. questiona por que foi tão difícil informar a população mundial sobre como pensar e lidar com febre. Eles resumem “grandes estudos parecem indicar que a fobia da febre persiste e que as drogas antipiréticas ainda estão sendo usadas em excesso [2-4]. Considerando que nós parecemos ter falhado, em parte, não fornecendo uma orientação eficaz aos pais, como isso acontece?” A presente revisão aborda um movimento cultural no âmbito da Medicina que é muito bem sucedido em transformar a fobia da febre em o que poderia ser chamado de “febrefilia”: em grandes hospitais [5] e milhares de consultórios [6] médicos e enfermeiros interessados em medicina antroposófica têm, durante décadas, levado aos seus pacientes uma atitude contagiosamente apreciativa em relação ao fenômeno da febre [7, 8]. Isso resulta em um uso muito reduzido e antipiréticos e, talvez mais importante, de antibióticos (5-6% nas infecções das vias aéreas) [7-9].

 

Clique no ícone abaixo para ler o artigo original na íntegra.

2016-Evid Based Complement Alternat Med.3642659

Confira também a entrevista com a médica antroposófica Jaqueline Volkmann, em que ela fala sobre a medicalização na infância e, especialmente, sobre a febre.

abmanacional

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