Carta aberta sobre a Febre Amarela no Brasil

No dia 26 de janeiro foi divulgada uma Carta Aberta assinada pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva – Abrasco, Centro Brasileiro de Estudos em Saúde – CEBES, Associação Brasileira de Economia da Saúde – ABrES, Instituto de Direito Sanitário Aplicado – Idisa, Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares e Sociedade Brasileira de Bioética – SBB a respeito da disseminação da Febre Amarela no Brasil:

A ameaça da urbanização da Febre Amarela nos obriga a definir políticas de curto e médio prazo para prevenir futuros surtos.

Prioritariamente, faz-se necessária a vacinação seletiva, imediata e abrangente das populações residentes ou que visitam as áreas onde estão ocorrendo casos de Febre Amarela. Isto somente será possível com um reforço da produção e da distribuição de vacinas, bem como da rede de frio. Ademais, deve-se considerar a importância de ampliar o quantitativo de recursos humanos treinados para indicar com segurança (vacinação seletiva) e aplicar o imunógeno em cada posto de vacinação. A disponibilidade de vacinas e a capacidade atual de realizar rapidamente estas ações estão aquém das necessidades das secretarias de saúde dos municípios afetados.

Leia a Íntegra da Carta Aberta

abmanacional

5 thoughts on “Carta aberta sobre a Febre Amarela no Brasil

  1. Janaina Lima Duarte says:

    A importância da farmácia (Farmacêutico) é prestar um serviço de comunidade, reconhecer possíveis sintomas e sabendo exatamente como agir no sentido de encaminhar possíveis pacientes do balcão da farmácia ou até mesmo no consultório farmacêutico, direto ao serviço hospitalar de emergência. Deve estar atento às queixas de saúde de seus pacientes, especialmente febre alta, dores musculares, náuseas e vômitos. A avaliação da mucosa dos olhos avaliados por palpação na região e se o paciente tomou a vacina para a prevenção da febre amarela.

  2. Yasmin da silva Nascimento says:

    Devido o aumento de casos sobre a febre amarela registrado em diversos estados,tem causado muita insegurança na sociedade.A doença pode ser evitada desde que se tome medidas de prevenção adequada.
    O ministério da saúde precisa atualizar todos os municípios considerados de risco.E também providenciar vacinas para a prevenção da doença.

  3. Daiana says:

    A probabilidade da transmissão urbana no Brasil é baixíssima,todas investigações dos casos até o momento indica exposição a áreas de matas, então, prevenção, vacinação tem que começar pelas pessoas expostas na áreas de risco.

  4. Daiana says:

    A probabilidade da transmissão urbana no Brasil é baixíssima,todas investigações dos casos até o momento indica exposição a áreas de matas, então, prevenção, vacinação tem que começar pelas pessoas expostas na áreas de risco.

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